Temos o péssimo costume de esconder nossos defeitos e hábitos ruins. A nossa preocupação é que os outros não saibam dos nossos erros. Também não queremos que saibam das nossas infelicidades. A preocupação principal é com uma imagem externa falsa e não com o eu verdadeiro.
O que importa de fato é não ter os defeitos, assim você vive mais feliz. Quanto mais seu interior for exposto, mais as pessoas irão corrigí-lo ou reclamar das suas atitudes. Isso lhe dará mais oportunidades para melhorar. Da outra forma, o que se faz é ignorar um problema e mais outro e mais outro.
Isso é fonte de sofrimento, porque cedo ou tarde as pessoas mais próximas irão descobrí-los e se decepcionarão. Quando existe a preocupação da autocorreção, seja por uma aviso externo ou por uma percepção interior, você melhora e todos notam. Deixa de ser uma máscara e passa a ser algo real, o sofrimento desaparece e você se sente muito mais feliz.
Meu conselho é: não se preocupe em esconder seus defeitos. Deixe que os outros vejam. Eles poderão ajudá-lo. As pessoas lhe indicarão o que deve ser melhorado e basta que se tenha a humildade de reconhecer estas dicas e trabalhar para corrigir aquilo que está errado.
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quinta-feira, 16 de agosto de 2012
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Você também faz, está reclamando de mim por quê?
Lembra quando alguém te corrige e você fica irritado porque a pessoa faz a mesma coisa que você e diz para você não fazer? Aí, revoltado, você a chama de hipócrita, ou pelo menos pensa isso? Pois é, isso não é bom.
Não é que a pessoa está sendo hipócrita: a psicologia explica. Ela não tem consciência que faz isso, mas faz, e é justamente por fazer que reconhece em você esse defeito. Após reconhecer a ação como ruim, reclama. Ela sabe isso não é bom, mas ignora o próprio comportamento. Só percebe quando os outros fazem.
Sabendo disso, você precisa deixar essa raiva de lado e entender que aquelas palavras são verdadeiras. A pessoa não está mentindo, não está querendo te prejudicar. Você faz mesmo errado.
Tem gente que vai dizer: mas se ele não faz diferente, por que eu tenho que fazer? A resposta é simples: depende do quanto você quer ter uma vida melhor. Não existe motivo nenhum para se limitar por baixo. Veja como esse pensamento é idiota: você pensa em continuar sendo pior só porque o outro ainda não melhorou. A sua decisão se baseia no outro e não em você.
Pensando assim, você estará sempre limitado pelos defeitos dos outros e só vai melhorar quando os as pessoas que o cercam melhorarem. Não faz sentido.
Quando alguém te falar que você tem um defeito, ouça, evite dizer que a pessoa também tem. Esqueça que ela também faz a mesma coisa. E trate de melhorar o que lhe cabe, assim você se torna independente dos outros.
Não é que a pessoa está sendo hipócrita: a psicologia explica. Ela não tem consciência que faz isso, mas faz, e é justamente por fazer que reconhece em você esse defeito. Após reconhecer a ação como ruim, reclama. Ela sabe isso não é bom, mas ignora o próprio comportamento. Só percebe quando os outros fazem.
Sabendo disso, você precisa deixar essa raiva de lado e entender que aquelas palavras são verdadeiras. A pessoa não está mentindo, não está querendo te prejudicar. Você faz mesmo errado.
Tem gente que vai dizer: mas se ele não faz diferente, por que eu tenho que fazer? A resposta é simples: depende do quanto você quer ter uma vida melhor. Não existe motivo nenhum para se limitar por baixo. Veja como esse pensamento é idiota: você pensa em continuar sendo pior só porque o outro ainda não melhorou. A sua decisão se baseia no outro e não em você.
Pensando assim, você estará sempre limitado pelos defeitos dos outros e só vai melhorar quando os as pessoas que o cercam melhorarem. Não faz sentido.
Quando alguém te falar que você tem um defeito, ouça, evite dizer que a pessoa também tem. Esqueça que ela também faz a mesma coisa. E trate de melhorar o que lhe cabe, assim você se torna independente dos outros.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Princípio dos 90/10 - De quem é a culpa?
De acordo com Stephen R. Covey, 10% da vida estão relacionados com o que se passa conosco e não temos controle sobre eles, já os outros 90% estão relacionados a forma que reagimos aos fatos que não controlamos. Esses 90% é que vão determinar as conclusões.
Exemplo: Você está tomando o café da manhã com sua família. Sua filha, ao pegar a xícara, deixa cair café na sua camisa branca de trabalho. Você não tem controle sobre isso, mas terá sobre o que acontecerá em seguida.
Você se irrita, repreeende severamente sua filha, ela começa a chorar. Você censura sua esposa por ter colocado a xícara muito na beirada da mesa e daí, tem o prosseguimento de uma batalha verbal. Contrariado e resmungando, você vai trocar a camisa e, voltando, encontra sua filha chorando mais ainda e ela acaba perdendo o ônibus para a escola. Sua esposa também vai para o trabalho contrariada e você tem que levar sua filha de carro para a escola. Como está atrasado, dirige em alta velocidade e é parado por um guarda de trânsito e multado. Deixa sua filha na escola, que desce sem se despedir de você, e, ao chegar no escritório, percebe que esqueceu a maleta.
Seu dia começou mal e, ansioso para que ele termine, é recebido friamente e em silêncio pela sua esposa e filha ao chegar em casa.
Porque seu dia foi tão ruim?
1) Por causa do café?
2) Por causa da sua filha?
3) Por causa de sua esposa?
4) Por causa da multa de trânsito?
5) Por sua causa?
A resposta correta é a de número 5, pois o fator determinante foi a ausência de autocontrole (emocional) e de maturidade.
De outra forma: O café cai em sua camisa. Sua filha chora e você diz gentilmente a ela: "Está bem querida, voce só precisa ter mais cuidado e prestar mais atenção."
Depois de pegar outra camisa e a pasta executiva, você volta, olha pela janela e vê sua filha pegando o ônibus. Dá um sorriso e ela retribui dando adeus com a mão.
Notou a diferença? Duas situações iguais com finais opostos. Portanto, só você pode escolher de que forma prefere viver, de que forma prefere desenhar seu futuro.
PS: Eu recebi esse texto, mas não sei quem o fez, ou se é do autor do princípio
Exemplo: Você está tomando o café da manhã com sua família. Sua filha, ao pegar a xícara, deixa cair café na sua camisa branca de trabalho. Você não tem controle sobre isso, mas terá sobre o que acontecerá em seguida.
Você se irrita, repreeende severamente sua filha, ela começa a chorar. Você censura sua esposa por ter colocado a xícara muito na beirada da mesa e daí, tem o prosseguimento de uma batalha verbal. Contrariado e resmungando, você vai trocar a camisa e, voltando, encontra sua filha chorando mais ainda e ela acaba perdendo o ônibus para a escola. Sua esposa também vai para o trabalho contrariada e você tem que levar sua filha de carro para a escola. Como está atrasado, dirige em alta velocidade e é parado por um guarda de trânsito e multado. Deixa sua filha na escola, que desce sem se despedir de você, e, ao chegar no escritório, percebe que esqueceu a maleta.
Seu dia começou mal e, ansioso para que ele termine, é recebido friamente e em silêncio pela sua esposa e filha ao chegar em casa.
Porque seu dia foi tão ruim?
1) Por causa do café?
2) Por causa da sua filha?
3) Por causa de sua esposa?
4) Por causa da multa de trânsito?
5) Por sua causa?
A resposta correta é a de número 5, pois o fator determinante foi a ausência de autocontrole (emocional) e de maturidade.
De outra forma: O café cai em sua camisa. Sua filha chora e você diz gentilmente a ela: "Está bem querida, voce só precisa ter mais cuidado e prestar mais atenção."
Depois de pegar outra camisa e a pasta executiva, você volta, olha pela janela e vê sua filha pegando o ônibus. Dá um sorriso e ela retribui dando adeus com a mão.
Notou a diferença? Duas situações iguais com finais opostos. Portanto, só você pode escolher de que forma prefere viver, de que forma prefere desenhar seu futuro.
PS: Eu recebi esse texto, mas não sei quem o fez, ou se é do autor do princípio
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Conheça Você Mesmo
Uma das coisas mais importantes que você pode fazer na sua vida é se conhecer. Esse é o caminho para todo o resto.
Se conhecendo você é capaz de entender o que te deixa feliz e o que não deixa. Fica mais fácil entender de verdade seus limites e aptidões. O caminho a ser trilhado se torna mais fácil porque você consegue escolher o melhor caminho para a sua vida. A escolha passa a ser sábio. Deixa de ser aleatória.
Os que não se conhecem ficam tentando várias coisas diferentes, atiram para todos os lados e até assumem personalidades e gostos dos outros. De tempos em tempos eles mudam radicalmente de atitude e pensamento e estão sempre infelizes. Essa infelicidade vem porque eles vivem a vida de outras pessoas.
Gaste um tempo com você mesmo, pense sobre você, analise-se, mas não minta para si mesmo. Enquanto fizer isso, estará fadado a continuar infeliz.
Se conhecendo você é capaz de entender o que te deixa feliz e o que não deixa. Fica mais fácil entender de verdade seus limites e aptidões. O caminho a ser trilhado se torna mais fácil porque você consegue escolher o melhor caminho para a sua vida. A escolha passa a ser sábio. Deixa de ser aleatória.
Os que não se conhecem ficam tentando várias coisas diferentes, atiram para todos os lados e até assumem personalidades e gostos dos outros. De tempos em tempos eles mudam radicalmente de atitude e pensamento e estão sempre infelizes. Essa infelicidade vem porque eles vivem a vida de outras pessoas.
Gaste um tempo com você mesmo, pense sobre você, analise-se, mas não minta para si mesmo. Enquanto fizer isso, estará fadado a continuar infeliz.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Você Faz a Sua Realidade
Onde quer que eu vá, o que quer que eu leia, essa idéia me persegue. Seja espiritualmente ou financeiramente, a idéia é sempre a mesma. A forma como você enxerga a vida determina a sua realidade.
Acho que minha vida sempre foi mais fácil que a vida da maioria das pessoas por isso. Porque eu nunca achei que a vida era difícil. Nos poucos anos que me dediquei a pensar nas dificuldades da vida, eu realmente tive motivos para me preocupar.
E o mais surreal foi: um ou dois meses depois que eu comecei a mudar minha forma de pensar, as coisas começaram a mudar também. E olha que eu só comecei a mudar a forma de pensar e o meu sentimento interno. E praticamente tudo se resolveu.
Passei pouco mais de um ano afundado em sentimentos ruins e pensando em problemas. Eles se manifestavam cada vez mais. Mas minha esposa me ajudou a perceber o quanto eu estava afundado nisso. Era difícil mudar porque a situação em que eu estava envolvido dificultava as coisas. A dificuldade estava na minha cabeça, pela forma como eu penso. Era um assunto que me deixava preocupado (ainda tem sua força), mas não a deixava preocupada. Cada um se preocupa mais com uma coisa ou outra, dependendo da forma como pensa. E esse problema me afetava muito.
Eu poderia ter dito que não dava para mudar. Na verdade, disso isso várias vezes, mas da última vez eu comecei a mudar ao invés de repetir a mesma frase sempre. Mudei porque vi que não teria nenhum resultado ficando como estava. A mudança foi lenta, mas a manifestação da mudança no resto das coisas foi muito mais rápida.
Você pode dizer que é coincidência. Tudo bem, sinta-se a vontade, mas essa coincidência já aconteceu muitas e muitas vezes na minha vida. E vai continuar acontecendo.
A minha mudança não demorou muito porque esse é um conceito que já conheço e acredito a muito tempo. Antes era inconsciente, mas a uns seis anos comecei a ler sobre isso e me informar mais. Então, foi mais fácil aceitar que eu deveria mudar para a vida melhorar. Eu já sabia, mas não fazia. Ouvir isso de outra pessoa me fez entender que eu não estava fazendo as coisas que eu mesmo fazia antes e falava para os outros fazerem. Problema resolvido.
Acho que minha vida sempre foi mais fácil que a vida da maioria das pessoas por isso. Porque eu nunca achei que a vida era difícil. Nos poucos anos que me dediquei a pensar nas dificuldades da vida, eu realmente tive motivos para me preocupar.
E o mais surreal foi: um ou dois meses depois que eu comecei a mudar minha forma de pensar, as coisas começaram a mudar também. E olha que eu só comecei a mudar a forma de pensar e o meu sentimento interno. E praticamente tudo se resolveu.
Passei pouco mais de um ano afundado em sentimentos ruins e pensando em problemas. Eles se manifestavam cada vez mais. Mas minha esposa me ajudou a perceber o quanto eu estava afundado nisso. Era difícil mudar porque a situação em que eu estava envolvido dificultava as coisas. A dificuldade estava na minha cabeça, pela forma como eu penso. Era um assunto que me deixava preocupado (ainda tem sua força), mas não a deixava preocupada. Cada um se preocupa mais com uma coisa ou outra, dependendo da forma como pensa. E esse problema me afetava muito.
Eu poderia ter dito que não dava para mudar. Na verdade, disso isso várias vezes, mas da última vez eu comecei a mudar ao invés de repetir a mesma frase sempre. Mudei porque vi que não teria nenhum resultado ficando como estava. A mudança foi lenta, mas a manifestação da mudança no resto das coisas foi muito mais rápida.
Você pode dizer que é coincidência. Tudo bem, sinta-se a vontade, mas essa coincidência já aconteceu muitas e muitas vezes na minha vida. E vai continuar acontecendo.
A minha mudança não demorou muito porque esse é um conceito que já conheço e acredito a muito tempo. Antes era inconsciente, mas a uns seis anos comecei a ler sobre isso e me informar mais. Então, foi mais fácil aceitar que eu deveria mudar para a vida melhorar. Eu já sabia, mas não fazia. Ouvir isso de outra pessoa me fez entender que eu não estava fazendo as coisas que eu mesmo fazia antes e falava para os outros fazerem. Problema resolvido.
sábado, 14 de novembro de 2009
Certo e Errado
A definição de certo e errado não é absoluta. Em alguns casos ela chega bem próxima de ser absoluta, mas sempre existe uma situação em que o certo deixa de ser certo e passa a ser errado.
Na verdade, é uma questão de ponto de vista. O que é certo para um pode não ser o correto para o outro e vice-versa, mas o importante é não confundir a opinião pessoal com a opinião mais apropriada para o assunto.
Se você teve determinada educação ou se você entende um assunto de uma determinada maneira, essa maneira é sua e não está necessáriamente correta. E é isso que é preciso entender. As pessoas devem ter o direito de discordar e de agir de forma difrente da forma como você faz. É direito delas.
Alias, o que seria de nosso mundo se todos agissem sempre da mesma forma durante todo o tempo. Estariamos ainda nas cavernas.
O que você tem o direito de fazer, obviamente, é não estar próximo de essa pessoa, mas nunca de exigir que ela mude só porque você entende que está certo. Afinal, vivemos em uma democracia.
Isso também não te impede de conversar com a pessoa a respeito do assunto e expor seus pontos de vista. Uma conversa aberta é sempre produtiva. Não deixe que sua raiva suba a cabeça quando a outra pessoa expuser os argumentos dela, ou se os seus forem ineficientes. Isso acontence.
Por mais que você não tenha argumentos para nortear seu ponto de vista, não significa que você esteja errado. As vezes, apenas sabemos que estamos certos e as vezes não queremos admitir que estamos errados.
Na verdade, é uma questão de ponto de vista. O que é certo para um pode não ser o correto para o outro e vice-versa, mas o importante é não confundir a opinião pessoal com a opinião mais apropriada para o assunto.
Se você teve determinada educação ou se você entende um assunto de uma determinada maneira, essa maneira é sua e não está necessáriamente correta. E é isso que é preciso entender. As pessoas devem ter o direito de discordar e de agir de forma difrente da forma como você faz. É direito delas.
Alias, o que seria de nosso mundo se todos agissem sempre da mesma forma durante todo o tempo. Estariamos ainda nas cavernas.
O que você tem o direito de fazer, obviamente, é não estar próximo de essa pessoa, mas nunca de exigir que ela mude só porque você entende que está certo. Afinal, vivemos em uma democracia.
Isso também não te impede de conversar com a pessoa a respeito do assunto e expor seus pontos de vista. Uma conversa aberta é sempre produtiva. Não deixe que sua raiva suba a cabeça quando a outra pessoa expuser os argumentos dela, ou se os seus forem ineficientes. Isso acontence.
Por mais que você não tenha argumentos para nortear seu ponto de vista, não significa que você esteja errado. As vezes, apenas sabemos que estamos certos e as vezes não queremos admitir que estamos errados.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Lado Positivo
Uma das maiores dificuldades que enfrentamos é nos mantermos vendo sempre o lado positivo das coisas. É muito difícil e eu tenho passado por esse problema a um tempo.
criei o blog para falar dos processos pelos quais nossas mentes passam, mas a idéia era fazer uma análise mantendo o lado positivo em evidência. Infelizmente, passei por momentos não positivos e comecei a fazer análises focando estes momento ruins.
O fato é que não importa sobre o que é a sua análise, se você estiver falando do lado negativo, mesmo que seja reclamando dele, você será afetado negativamente por isso. Enquanto se você estiver analisando o lado positivo, tudo será diferente.
Nós temos o custume de ver o copo sempre meio vazio e esse é o problema. Quando o copo está meio cheio, o foco é na água. Quanto achamos que ele está meio vazio, pensamos na seca e nós atraímos o que pensamos.
Eu sei muito bem disso porque pensei positivo a minha vida inteira, mas nos últimos dois anos eu me foquei mais no outro lado, e comecei a sentir os efeitos. Antes, quanto mais fácil e tranquilo eu achava as coisas, mas fácil e tranquilo tudo ficava, mas quando eu comecei a me preocupar com coisas ruins, a vida piorava cada vez mais. Não por coindicência, quando eu comecei a melhorar meu pensamento, as coisas simplesmente começaram a acontecer de forma melhor e foram se resolvendo.
A minha mudança foi pequena, mas foi suficiente para resolver o problema. Eu não acreditava nisso tudo que estou escrevendo até a alguns anos atrás. Depois que passei a acreditar, nunca tinha podido testar efetivamente. Eu usava sempre o passado como referência, mas agora, vivi algumas experiências distintas e as coisas se mantiveram exatamente como eu acredito que eles se comportem.
Chegava ao ponto de tudo estar ruim, menos as coisas em que eu me focava como boas. Era como se eu só cuidasse de um prédio e ele estivesse lindo e intacto, mas todos os outros, despedaçando. Eu demorei para perceber que eu estava indo contra o que eu mesmo acreditava.
Meu retorno ainda é parcial. Isso leva tempo. Preciso reaprender a reclamar pouco e pensar mais no lado bom. Quando se é muito crítico, é pior ainda.
criei o blog para falar dos processos pelos quais nossas mentes passam, mas a idéia era fazer uma análise mantendo o lado positivo em evidência. Infelizmente, passei por momentos não positivos e comecei a fazer análises focando estes momento ruins.
O fato é que não importa sobre o que é a sua análise, se você estiver falando do lado negativo, mesmo que seja reclamando dele, você será afetado negativamente por isso. Enquanto se você estiver analisando o lado positivo, tudo será diferente.
Nós temos o custume de ver o copo sempre meio vazio e esse é o problema. Quando o copo está meio cheio, o foco é na água. Quanto achamos que ele está meio vazio, pensamos na seca e nós atraímos o que pensamos.
Eu sei muito bem disso porque pensei positivo a minha vida inteira, mas nos últimos dois anos eu me foquei mais no outro lado, e comecei a sentir os efeitos. Antes, quanto mais fácil e tranquilo eu achava as coisas, mas fácil e tranquilo tudo ficava, mas quando eu comecei a me preocupar com coisas ruins, a vida piorava cada vez mais. Não por coindicência, quando eu comecei a melhorar meu pensamento, as coisas simplesmente começaram a acontecer de forma melhor e foram se resolvendo.
A minha mudança foi pequena, mas foi suficiente para resolver o problema. Eu não acreditava nisso tudo que estou escrevendo até a alguns anos atrás. Depois que passei a acreditar, nunca tinha podido testar efetivamente. Eu usava sempre o passado como referência, mas agora, vivi algumas experiências distintas e as coisas se mantiveram exatamente como eu acredito que eles se comportem.
Chegava ao ponto de tudo estar ruim, menos as coisas em que eu me focava como boas. Era como se eu só cuidasse de um prédio e ele estivesse lindo e intacto, mas todos os outros, despedaçando. Eu demorei para perceber que eu estava indo contra o que eu mesmo acreditava.
Meu retorno ainda é parcial. Isso leva tempo. Preciso reaprender a reclamar pouco e pensar mais no lado bom. Quando se é muito crítico, é pior ainda.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Esforço
A quatidade de esforço que você faz, determina necessáriamente o quão bem sucedido você será na vida? Não necessáriamente. Você pode ter um dom, pode ter sorte ou muitas outras coisas, mas se isso não funcionar, o quanto você se esforça será, com certeza, um bom indicador para o resltado final de sua existência.
Dinheiro não é necessariamente medida de sucesso. Algumas pessoas ganham pouco e são muito felizes. Outras, nem mesmo têm salário, vivem no mato e são felizes. E este papo não é obrigatóriamente sobre dinheiro, mas sobre objetivos.
O fato é: normalmente, as pessoas não se esforçam o suficiente para alcançar seus objetivos no dia a dia e quando estão com a corda no pescoço, correm, correm, correm e param de correr quando a corda afrouxa um pouquinho. Perto do abismo todos se esforçam como loucos.
Esses seres não entendem que poderiam ter evitado essa situação se mantivessem um nível de determinação um pouco maior no dia a dia, mas o normal é que nos acomodemos.
Se nos esforçarmos um pouco mais a cada dia de nossa vida, não teremos que nos matar em alguns meses. Teremos muito menos problemas durante a vida. Tudo terá uma solução mais simples. Não é tão difícil ver isso.
Não vejo problema em ser preguiçoso, em querer ficar em casa fazendo pouco e ter poucos bens materiais. Não tem problema mesmo. O que não vale é reclamar de não ter nada, quando nada se faz para mudar a situação.
Novamente, dinheiro não é necessariamente a questão: Por exemplo: de que adianta eu reclamar que estou gordo e continuar a comer muito e não fazer exercícios? Não vejo problema em comer muito e estar acima do peso. Pode ser uma escolha da pessoa. Se ela se sente bem, o problema é dela. Mas e se ela não quer ser assim? Porque não se esforça para mudar? Não adianta correr durante um mês e comer muito durante 11.
As vezes, o problema são exemplos que aprendemos durante a juventude, de pessoas próximas a nós e mais tarde, lá no meio, ou no final de nossa existência, vamos nos dar conta que perdemos não só uma, mas várias oportunidades.
Dinheiro não é necessariamente medida de sucesso. Algumas pessoas ganham pouco e são muito felizes. Outras, nem mesmo têm salário, vivem no mato e são felizes. E este papo não é obrigatóriamente sobre dinheiro, mas sobre objetivos.
O fato é: normalmente, as pessoas não se esforçam o suficiente para alcançar seus objetivos no dia a dia e quando estão com a corda no pescoço, correm, correm, correm e param de correr quando a corda afrouxa um pouquinho. Perto do abismo todos se esforçam como loucos.
Esses seres não entendem que poderiam ter evitado essa situação se mantivessem um nível de determinação um pouco maior no dia a dia, mas o normal é que nos acomodemos.
Se nos esforçarmos um pouco mais a cada dia de nossa vida, não teremos que nos matar em alguns meses. Teremos muito menos problemas durante a vida. Tudo terá uma solução mais simples. Não é tão difícil ver isso.
Não vejo problema em ser preguiçoso, em querer ficar em casa fazendo pouco e ter poucos bens materiais. Não tem problema mesmo. O que não vale é reclamar de não ter nada, quando nada se faz para mudar a situação.
Novamente, dinheiro não é necessariamente a questão: Por exemplo: de que adianta eu reclamar que estou gordo e continuar a comer muito e não fazer exercícios? Não vejo problema em comer muito e estar acima do peso. Pode ser uma escolha da pessoa. Se ela se sente bem, o problema é dela. Mas e se ela não quer ser assim? Porque não se esforça para mudar? Não adianta correr durante um mês e comer muito durante 11.
As vezes, o problema são exemplos que aprendemos durante a juventude, de pessoas próximas a nós e mais tarde, lá no meio, ou no final de nossa existência, vamos nos dar conta que perdemos não só uma, mas várias oportunidades.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
"Denial is The Most Predictable of All Human Responses"
Negar, essa é sempre a primeira opção de um ser humano quando se encontra pressionado ou contrariado. Nós sempre negamos aquilo que nos assunsta, aquilo que nos confronta ou nos desafia.
Não queremos experimentar, não queremos mudar, não queremos tentar, não queremos melhorar, não queremos acreditar.
Quando nossa comodidade ou nosso ego são feridos, nós negamos. Não aceitamos que outros nos digam o que está errado. Não admitimos que uma pessoa de fora apareça e mostre o que está errado aqui dentro. Isso machuca, dói.
Mentimos para nós mesmos dizendo que quem está falando, está errado. Invetamos desculpas, mascaramos a situação e até colocamos outras coisas em discussão e acima de tudo, negamos.
Eu não quero, eu não fiz, eu não sou assim, isso não é bom, não vai dar certo.
Alguns poucos conseguem absorver e pensar a respeito em um futuro próximo, mas são poucos, porque a maioria não vai pensar a respeito, pelo contrário, vai ficar com raiva e se deixar dominar por isso por um bom tempo. E pouquíssimo conseguem não negar. São mais raros ainda os que não negam e ainda admitem, na hora, que a outra pessoa tem razão.
O maior grupo está perdido, vai precisar apanhar muito para aprender, muita dor e muito sofrimento. Os outros conseguem viver experiências melhores e aprendem mais rápido.
PS: Só para constar, o título do post ("Denial is The Most Predictable of All Human Responses")está em inglês porque foi dito pelo Arquiteto no filme Matrix 2.
Não queremos experimentar, não queremos mudar, não queremos tentar, não queremos melhorar, não queremos acreditar.
Quando nossa comodidade ou nosso ego são feridos, nós negamos. Não aceitamos que outros nos digam o que está errado. Não admitimos que uma pessoa de fora apareça e mostre o que está errado aqui dentro. Isso machuca, dói.
Mentimos para nós mesmos dizendo que quem está falando, está errado. Invetamos desculpas, mascaramos a situação e até colocamos outras coisas em discussão e acima de tudo, negamos.
Eu não quero, eu não fiz, eu não sou assim, isso não é bom, não vai dar certo.
Alguns poucos conseguem absorver e pensar a respeito em um futuro próximo, mas são poucos, porque a maioria não vai pensar a respeito, pelo contrário, vai ficar com raiva e se deixar dominar por isso por um bom tempo. E pouquíssimo conseguem não negar. São mais raros ainda os que não negam e ainda admitem, na hora, que a outra pessoa tem razão.
O maior grupo está perdido, vai precisar apanhar muito para aprender, muita dor e muito sofrimento. Os outros conseguem viver experiências melhores e aprendem mais rápido.
PS: Só para constar, o título do post ("Denial is The Most Predictable of All Human Responses")está em inglês porque foi dito pelo Arquiteto no filme Matrix 2.
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